Aplicações web e móveis
Aplicações web e móveis para a tarefa concreta do negócio: serviços, áreas de cliente, PWA.
O que está incluído no desenvolvimento
Projetamos e escrevemos aplicações web e móveis para a tarefa concreta do contratante: serviços internos, áreas de cliente, painéis de controle, integrações com equipamentos e APIs de terceiros. Primeiro analisamos o processo do cliente, fixamos os requisitos e as restrições, depois montamos a arquitetura, o protótipo e a versão de trabalho. Se a aplicação comanda uma máquina, equipamento de armazém ou uma linha, preparamos a parte de software e a configuração, e o próprio equipamento do contratante corta, solda, imprime ou movimenta cargas sob o comando do nosso código. Entregamos não apenas a interface, mas também a lógica de servidor, o banco de dados, a autenticação e a troca de dados entre os nós. Repassamos o código-fonte, a documentação e as instruções de manutenção, para que o sistema possa ser evoluído sem ficar preso a um único fornecedor.
Como o desenvolvimento funciona na essência
Na base de qualquer serviço está a divisão entre a parte de cliente, que o usuário vê, e a de servidor, onde vivem os dados e a lógica de negócio. O navegador ou o dispositivo móvel envia uma requisição, o servidor a processa, consulta o banco de dados e devolve uma resposta, que se transforma em uma tela com botões e formulários. Entre essas camadas atua a API — um conjunto de regras pelas quais as partes do sistema trocam dados em um formato rigoroso. Quando o serviço está ligado a um equipamento físico, acrescenta-se mais um circuito: a aplicação envia comandos ao controlador, e este comanda os acionamentos, sensores e mecanismos executores do cliente. Respondemos por que essa cadeia, do toque na tela até a ação da máquina, funcione de forma previsível e sem perda de dados.
Como surgiu o desenvolvimento web
A web como tecnologia nasceu no CERN: em março de 1989, Tim Berners-Lee escreveu uma proposta de um sistema de troca de documentos, e o primeiro site do mundo ele publicou em 20 de dezembro de 1990, no servidor info.cern.ch. Em 30 de abril de 1993 o CERN colocou o software da web em domínio público, e essa decisão removeu as barreiras para a adoção em massa. O desenvolvimento de servidor ganhou apoio em 1995, quando Rasmus Lerdorf publicou o código-fonte do PHP, e o PHP tornou-se uma linguagem completa a partir da versão 3.0, em 1998. Assim, em uma década, formou-se a combinação de navegador, protocolo de transferência e linguagem de servidor, sobre a qual até hoje se constroem aplicações web e móveis. Essas datas não são história abstrata, mas o alicerce das ferramentas que usamos todos os dias.
Por que a precisão de software é crítica
No desenvolvimento não há direito à aproximação: um único erro em uma condição ou uma validação de entrada não fechada quebram a lógica de todo o serviço ou abrem uma brecha de segurança. Quando a aplicação comanda o equipamento do cliente, o preço da imprecisão é maior — um comando errado à máquina ou à esteira significa refugo, parada ou quebra de equipamento real. Por isso separamos a configuração e os parâmetros do código, cobrimos com testes os pontos críticos e verificamos o comportamento do sistema antes que ele vá para o circuito de produção. A configuração precisa das permissões de acesso, dos formatos de dados e do tratamento de falhas determina se o serviço vai aguentar a carga e as situações atípicas. O software, aqui, não é um invólucro, mas a parte que define quão confiavelmente todo o resto vai funcionar.
Linguagens e ferramentas de desenvolvimento
A parte de servidor nós construímos, na maioria das vezes, em PHP com o framework Laravel: ele dá roteamento, trabalho com o banco de dados, autenticação e templates prontos, o que reduz o prazo de montagem sem perda de controle sobre o código. Para as interfaces web aplicamos a abordagem PWA — a aplicação roda no navegador, mas se instala no dispositivo, abre a partir de um ícone e mantém parte das funções sem rede constante. O desenvolvimento móvel conduzimos onde é preciso acesso à câmera, à geolocalização, a notificações push ou a um modo offline mais profundo do que o navegador permite. A escolha entre PWA e um aplicativo móvel separado fazemos pela tarefa, e não pela moda: calculamos o orçamento, o público e as exigências de hardware. Esse stack cobre a maioria dos cenários em que são necessárias aplicações web e móveis para o negócio e conexões com equipamentos.
Quando surgiram essas ferramentas
O Laravel foi lançado por Taylor Otwell em junho de 2011, como uma alternativa mais bem equipada aos frameworks PHP da época, e já em setembro de 2011 a versão 2 acrescentou controladores e o motor de templates Blade, usado até hoje. O próprio termo Progressive Web Apps foi introduzido em 2015 pelo engenheiro do Google Alex Russell e pela designer Frances Berriman, que descreveram uma classe de aplicações web que funcionam como nativas. O desenvolvimento móvel como área de massa cresceu após o lançamento do iPhone em 2007 e o surgimento das lojas de aplicativos a partir de 2008, o que definiu o próprio conceito de instalar um serviço no dispositivo. Esses três pontos — 2011, 2015 e o fim dos anos 2000 — delineiam o stack sobre o qual trabalhamos. Usamos ferramentas com história clara e uma comunidade madura, e não soluções experimentais cruas.
Por que você pode confiar a tarefa a nós
A experiência somada da nossa equipe de desenvolvimento é de mais de 45 anos em TI, e isso significa mão calejada em projetos em que o software tem de funcionar, e não apenas iniciar em uma demonstração. Chegamos com olhar de engenharia: decompomos a tarefa até os requisitos, fixamos a arquitetura e verificamos o sistema antes da ida ao ar, em vez de corrigi-lo com usuários ao vivo. A ASI Robotics escreve programas e configura o equipamento do contratante — não substituímos a produção, mas respondemos pelo código e pela configuração de que depende o resultado. Repassamos o código-fonte e a documentação, para que o contratante não fique dependente de um único executor e possa evoluir o produto adiante. Se você precisa de aplicações web e móveis ligadas a processos e máquinas reais, assumimos justamente a parte em que o erro custa caro, e respondemos por ela.
O que inclui
Como trabalhamos
Um produto funcional que resolve a tarefa. Evoluímos por iterações.
Perguntas e respostas
Nativo ou cross-platform?+
Selecionamos conforme o orçamento — do PWA ao cross-platform.
Prazos?+
MVP — a partir de 4–6 semanas.